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	<title>Geração Elias &#187; contos</title>
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	<description>Fazendo o fogo de Deus descer</description>
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		<title>A história de Marcelinho #4</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Apr 2009 12:54:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[contos]]></category>
		<category><![CDATA[infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[Ao sair da sala de raio-X, Marcelinho encontrou sua mãe e foram encaminhados para a sala de espera. - Meu filho, você está bem? – Foi logo perguntando. - ‘Tô, mamãe. Só está doendo um pouco. – Falou. Então ouviram uma risada. Um grupo de três garotos e um homem vestidos com roupas de futebol, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">Ao sair da sala de raio-X, Marcelinho encontrou sua mãe e foram encaminhados para a sala de espera.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">- Meu filho, você está bem? – Foi logo perguntando.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">- ‘Tô, mamãe. Só está doendo um pouco. – Falou.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">Então ouviram uma risada. Um grupo de três garotos e um homem vestidos com roupas de futebol, do outro lado da sala, se divertiam com as caretas que um deles, o que estava com o braço enfaixado, fazia.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">Vendo isso, Marcelinho se encolheu lembrando-se dos meninos da rua e tentando não ser notado. Mas já era tarde. Um dos garotos, o que fazia as caretas, o viu e fez cara para ele que se encolheu mais ainda. Porém não se dando por vencido, o garoto perguntou:</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">- Ei, por que você está aqui? – Perguntou.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">Marcelinho ficou calado mas o garoto perguntou novamente:</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">- O que aconteceu com você? – Disse se aproximando de Marcelinho.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">- Eu caí e machuquei a perna. – Respondeu timidamente enquanto escondia o braço.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">Sua mãe ficou calada, observando tudo.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">- Pelo jeito é sua primeira vez aqui. – Falou – Não precisa ter medo, o Dr. Sandro é gente boa. Já é minha segunda vez aqui e ele sempre cuidou bem de mim.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">- Não estou com medo. – Respondeu Marcelinho bravo.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">- Ah! Você sabe falar. Meu nome é Paulo. – Falou estendendo a mão a Marcelinho que desconfiado fez o mesmo.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">- O meu é Marcelo. Por que você está aqui?</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">- Estava jogando futebol e um trogro-tlogro-tro-glo-di-ta – falou fazendo careta e rindo – me acertou e eu caí. O resultado você já deve imaginar, estou aqui.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">- Eu já vi você. – Falou Paulo enquanto se sentava. – Você estuda na Escola nº 4, não é?</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">- Sim. Como você sabe? – Falou Marcelinho espantado.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">- Eu também estudo lá. – Falou Paulo em meio a um sorriso. – E sempre te vejo sozinho e cabisbaixo. Você não tem amigos?</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">- Aqui não. – Respondeu tristemente. – Onde eu morava tinha muitos, mas aqui não tenho nenhum.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">- Agora você tem. Aquele é o Pedro e aquele é o Daniel. – Falou apontando para os seus amigos. – Aquele senhor é o Pr. Fábio, pastor da nossa igreja. Por que você não vai nos visitar?</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">- Será que vão gostar de mim? &#8211; Perguntou Marcelinho olhando para o braço.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">- Claro que vão na casa de Deus somos todos iguais. &#8211; Respondeu Paulo.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">Marcelinho olhou para sua mãe que consentiu com a cabeça. Eles então trocaram telefones e combinaram de se encontrar na igreja no domingo.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">Na igreja Marcelinho fez vários amigos, e aprendeu que não há amigo maior que Jesus Cristo, ensinaram para ele que Jesus morreu para salvá-lo de todo pecado e de todo mal. E que o Senhor não olha pra como ele é, sim pra quem ele é. Deste dia em diante a vida de Marcelinho foi outra.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">Mas isso ficará para outras histórias.</p>
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		<title>A história de Marcelinho #3</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Jan 2009 19:03:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[contos]]></category>
		<category><![CDATA[infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[- Ai, ai, ai! Minha perna está doendo. Ai, ai! – Gritou ele. Ouvindo o barulho, sua mãe olhou pela janela e viu seu filho caído no chão, segurando a perna, sua bicicleta está caída no chão e não deu outra, saiu correndo para ver o que tinha acontecido. - Meu filho, meu filho. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>- Ai, ai, ai! Minha perna está doendo. Ai, ai! – Gritou ele.<br />
Ouvindo o barulho, sua mãe olhou pela janela e viu seu filho caído no chão, segurando a perna, sua bicicleta está caída no chão e não deu outra, saiu correndo para ver o que tinha acontecido.<br />
- Meu filho, meu filho. O que aconteceu com meu filho.<br />
No mesmo instante saia do carro um homem vestido de branco e que estava tão branco quanto sua roupa, tamanho havia sido o susto que tinha levado. Aproximando-se de Marcelinho perguntou:<br />
- Você está bem, garoto?<br />
- Tô, só minha perna que está doendo um bocado. Ai!<br />
Antes que algo mais pudesse ser dito, Marta (esqueci de dizer, esse era o nome da mãe de Marcelinho) chegou aos gritos.<br />
- O que você fez com meu filho?<br />
- Acalme-se senhora, eu não&#8230;<br />
- Acalme-se nada. Olha o estado dele. Você podia tê-lo matado.<br />
- Ei, foi ele quem entrou na frente do carro.<br />
- É verdade, mamãe. Eu estava tão distraído que não vi o carro. Ai!<br />
- E como você está, meu filho?<br />
- Minha perna ‘tá doendo muito.<br />
- Deixe-me ver – falou o desconhecido – por sorte sou médico. Humm&#8230; deixa eu ver&#8230; parece que está quebrada. Vamos tirar uma radiografia pra ter certeza.<br />
Disse isso pegando a bicicleta dele e colocando no carro, enquanto Marta fazia o mesmo com Marcelinho.<br />
- Vou pegar minha bolsa. Falou ela e saiu correndo.<br />
Depois de dirigir por alguns minutos, o desconhecido parou o carro em frente a uma Clínica Ortopédica e Marta disse:<br />
- Eu não tenho dinheiro pra pagar essa clínica.<br />
- Não se preocupe com isso. – Falou o médico enquanto saia do carro. Na recepção ele falou com um enfermeiro que prontamente foi ajudar Marcelinho.<br />
Dentro da clínica Marta o viu falando com a recepcionista que a chamou, enquanto seu filho era encaminhado para a sala de raio-X.<br />
- Campeão, você já tirou raio-X alguma vez? – Perguntou o médico.<br />
- Não! – Respondeu Marcelinho.<br />
- Bem! Não se preocupe, não vai doer nada. O raio-X serve para ver seu osso e sabermos se ele está quebrado. Basta apenas ficar deitado e obedecer o que aquele moço ali mandar. Vou estar na minha sala aguardando o resultado. Ok?<br />
- Ok!<br />
- Paulo, pode começar. – Falou o doutor enquanto se encaminhava para a porta.</p>
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		<title>A história de Marcelinho #2</title>
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		<pubDate>Tue, 06 Jan 2009 18:03:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[contos]]></category>
		<category><![CDATA[infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de decidido em qual time ele jogaria e de todos tomarem suas posições veio a bomba: - Ei, Marcelo, o que você está fazendo na linha? – Gritou um deles. – Seu lugar é no gol, tome as luvas e a camisa e já pra lá. - Ma&#8230;ma&#8230;mas eu não posso agarrar. - Azar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de decidido em qual time ele jogaria e de todos tomarem suas posições veio a bomba:<br />
- Ei, Marcelo, o que você está fazendo na linha? – Gritou um deles. – Seu lugar é no gol, tome as luvas e a camisa e já pra lá.<br />
- Ma&#8230;ma&#8230;mas eu não posso agarrar.<br />
- Azar o seu. Ou é no gol ou nada de futebol.<br />
Quase chorando, Marcelinho foi embora, em meio a zombaria, as vaias e as risadas da garotada.<br />
Chegou em casa, quase como um foguete, foi para seu quarto e desatou a chorar, ele não conseguia entender porque agiam assim com ele.<br />
- Por que eu nasci deformado? Chorava ele.<br />
Quando sua mãe veio para ver o que havia acontecido ele disse:<br />
- Mamãe, eu quero voltar pra nossa casa. Não agüento mais esse lugar. Os garotos daqui parecem me odiar. Mamãe, vamos voltar. Por favor. Eu não quero mais ficar aqui. (Quando o pai de Marcelinho morreu sua mãe precisou arrumar um emprego e ele tiveram que vir para a cidade.)<br />
- Meu filho, acalme-se, você sabe que não podemos mais voltar. De tempo a eles, tenho certeza que em breve eles verão a pessoa maravilhosa que você é e o chamarão para brincar com eles.<br />
- Você acha mesmo, mamãe? – Falou já limpando as lágrima.<br />
- Tenho certeza absoluta, meu querido. – Sorriu ela.<br />
- Eu te amo, mamãe. – Falou em meio a um grande sorriso.<br />
- Agora eu preciso de um favor seu. Pegue esse dinheiro e vá até a venda de seu Jairo comprar ovos e leite porque hoje é dia de bolo.<br />
- Oba! De chocolate?<br />
- Hummm&#8230; Sim, de chocolate.<br />
- E o troco é meu?<br />
- Deixa eu pensar&#8230; Sim o troco é seu. Agora vá logo pra que eu possa começar esse bolo logo.<br />
Marcelinho saiu correndo, pegou sua bicicleta e partiu rumo a venda. Distraído, ainda ouvindo os gritos de gol, não percebeu um carro que se aproximava. Ao atravessar a rua o acidente foi inevitável. E a única coisa que pode ouvir foi a freiada, mas aí já era tarde: TUMM!<br />
Marcelinho estava no chão, sentindo uma forte dor em sua perna.</p>
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		<title>A história de Marcelinho #1</title>
		<link>http://www.geracaoelias.blog.br/a-historia-de-marcelinho-1-2/</link>
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		<pubDate>Wed, 17 Dec 2008 19:06:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[contos]]></category>
		<category><![CDATA[infantil]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é a história de Marcelinho um menino simples, muito educado, inteligente, amado por sua família,  mas infeliz.  Marcelinho tem uma deficiência física, uma de suas mãos é menor que a outra. Para ele isso não era problema, o que nos leva a um momento de reflexão, se ele não vê problema nisso, por que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">Essa é a história de Marcelinho um menino simples, muito educado, inteligente, amado por sua família,  mas infeliz.  Marcelinho tem uma deficiência física, uma de suas mãos é menor que a outra. Para ele isso não era problema, o que nos leva a um momento de reflexão, se ele não vê problema nisso, por que ele não é feliz? A resposta é simples, apesar de pra ele não ser problema para as outras crianças era, e isso não fazia sentido para ele.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">Deixe-me falar um pouco sobre Marcelinho, ele nasceu numa cidadezinha do interior, e onde ele morava possuía muitos amigos, crianças com as quais cresceu junto, e que não se importavam com o fato dele ter uma mão menor que a outra. Mas, onde ele mora atualmente, na periferia de uma grande cidade, sua deficiência impediu que conseguisse qualquer amigo, ao contrário, seu &#8220;problema&#8221; rendeu-lhe apenas apelidos embaraçosos e humilhantes que o fazia sentir-se um verdadeiro monstro.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">Sempre que Marcelinho tentava se aproximar dos garotos da rua era expulso ou simplesmente ignorado por eles.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">Um dia fizeram uma grande maldade com Marcelinho.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">Marcelinho estava em seu quarto e começou a ouvir o barulho da garotada jogando futebol na quadra próxima a sua casa. Eram tantos gritos animados que Marcelinho se esqueceu das maldades que sempre faziam. Vestiu seu meião e seu tênis e foi jogar com a garotada.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">Quando os garotos o avistaram pararam o jogo e se juntaram, combinaram e decidiram que nunca mais ele teria coragem de pisar naquela quadra depois da brincadeira que eles planejaram.</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0in; font-family: Arial;">Ao chegar, Marcelinho nunca foi tão bem recebido. Cheio de sorrisos chegaram quase a brigar para decidir em qual time Marcelinho ficaria. Vocês nem imaginam o quanto ele ficou feliz, acho que seu sorriso brilhava mais que o sol, tamanha era sua alegria. Finalmente ele estava sendo aceito pelos garotos da rua. Mas sua alegria durou pouco.</p>
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		<title>Sobrenatural &#8211; Parte Final</title>
		<link>http://www.geracaoelias.blog.br/sobrenatural-vii/</link>
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		<pubDate>Tue, 30 Sep 2008 20:01:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Santos</dc:creator>
				<category><![CDATA[contos]]></category>
		<category><![CDATA[sobrenatural]]></category>

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		<description><![CDATA[A criatura urrou de dor, com a lança atravessada em seu peito, e caiu no chão com um baque surdo. Empoleirado na janela como um pássaro estava um anjo segurando uma espada de fogo brilhante. Quando o viram os demônios que estavam próximos de mim partiram pra cima dele. Era impressionante, e ao mesmo tempo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A criatura urrou de dor, com a lança atravessada em seu peito, e caiu no chão com um baque surdo. Empoleirado na janela como um pássaro estava um anjo segurando uma espada de fogo brilhante. Quando o viram os demônios que estavam próximos de mim partiram pra cima dele.<br />
Era impressionante, e ao mesmo tempo difícil, ver aquela luta. O anjo se movia de forma extraordinariamente leve, era como se seus movimentos não representassem nenhum esforço. E uma após uma, as criaturas que se atreveram a enfrentá-lo caiam. Eu via asas voando, braços e cabeças caindo, urros de dor, até que simplesmente a luta cessou. Os demônios pararam e recuaram, como um piscar de olhos simplesmente sumiram, mas deixaram um odor forte no ambiente.<br />
Olhei pela janela e pude ver o que os havia afugentado, um exército de anjos estavam ao redor da minha casa. Aquele que havia jogado sua lança aproximou-se da criatura que estava no chão, caído, removeu sua lança, pegou sua espada e cortou a cabeça do demônio. Enquanto isso, mais anjos entravam no quarto e pegavam o que havia sobrado dos outros participantes do conflito.<br />
Ele se aproximou de mim, eu ainda permanecia estático, chocado com tudo o que havia acontecido, ele me pegou pelo braço e me colocou de pé. Minhas pernas fraquejaram mas ele me sustentou até que tive forças para sentar-me na cama. Ele e mais alguns outros me olhavam, pareciam que estavam me estudando. Eu olhei no espelho e vi que não usava mais a armadura nem o escudo de luz e antes que eu perguntasse o que estava acontecendo ele falou:<br />
- Olá Jairo, está na hora de explicações. &#8211; sua voz era alta e forte, parecia ecoar pelo quarto e do quarto.<br />
- Como você sabe meu nome? &#8211; Perguntei ainda assustado, e acho que ele percebeu isso.<br />
- Não tenha medo! Aquele que tudo sabe me enviou para falar com você. Uma grande guerra se aproxima e você foi escolhido para lutar por este povo.<br />
- Lutar? Eu? Como? Eu mal consegui me defender dessas criaturas que aqui estavam.<br />
- Deus lhe deu um dom, use-o.<br />
- Você está falando do escudo e da armadura? Eu nem sei como fiz aquilo.<br />
- Deus lhe vestiu da couraça da justiça e do escudo da fé e designou um tutor para ensiná-lo a agir no momento oportuno.<br />
- Mas eu nem sou uma pessoa religiosa, por que eu?<br />
- Deus escolhe as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias, e escolhe as fracas para confundir as fortes, e escolhe os que não são para confundir e aniquilar os que são. Deus conhece o coração do homem e conhece o seu coração por isso ele lhe escolheu, a mim e a você não cabe julgar, cabe apenas aceitar.<br />
Após dizer isso, ele me deu as costa e em meio a meu protesto partiu.<br />
Olhei ao redor, e exceto pelo cheiro e por algumas marcas de batalha na parede e nos objetos, não parecia que nada daquilo havia acontecido. Sei que à partir de hoje minha vida será outra, mas o meu destino, bem, o meu destino a Deus pertence.</p>
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