Acordei no chão da cozinha. O cheiro de leite azedo entrava por minhas narinas. Tentei me levantar e lembrei-me que a perna estava machucada por causa da leve pontada que eu senti. Que loucura aconteceu na noite passada? Ainda nao conseguia entender…
Fui tomar banho, já estava atrasado para o serviço. Me arrumei rapidamente, peguei as chaves do carro e fui para o hospital, lembrando-me de conversar com o Marcos (um psiquiatra amigo meu) assim que pudesse.
Deixe-me falar um pouco sobre meu trabalho, como disse, estou me formando em medicina e faço residência em um hospital público proximo da minha casa. Como você já deve ter imaginado trabalho na emergência do hospital, é muito corrido mas é uma verdadeira escola.
Cheguei ao hospital, por sorte naquele momento não tinha quase movimento (o que é bem incomum) mas me permitiu ir logo falar com o Marcos. Após os comprimentos já soltei logo:
- Marcos, ‘tô com um problema. Essas noite me aconteceu algo bem esquisito. Contei toda a história a ele e perguntei:
- Será que estou ficando louco? Em meio a um sorriso ele respondeu:
- Não meu amigo. Acho difícil, você deve apenas estar estressado com o trabalho. A quanto tempo você não tira férias?
- Acho que a uns dois anos, pelo menos.
- Então, é apenas cansaço. Tire umas férias e você verá que tudo está em ordem.
Mais aliviado, fui continuar meu serviço. Assim que desci fui chamado por uma enfermeira:
- Dr. Jairo, uma criança caiu do balanço e bateu a cabeça, chegou aqui desmaiada ela está na sala 2.
Fui ver a criança e quando cheguei a movimentação em torno dela era grande, não vou entrar em detalhes médicos, sei que é triste mas a criança não sobreviveu. Mas o surpreendente venho em seguida:
Vi os outros médicos cobrindo o corpo da criança e nesse momento uma luz forte começou a brilhar. Eu vi, literalmente, algo, a criança, a ALMA DA CRIANÇA (ou a única coisa que posso imaginar ser) se levantando e ficando em pé próxima à luz.
Ouvi sons de trombetas e vi muitos anjos, inclusive o que eu vi à noite, alguém saiu da luz, suas roupas eram brancas, muito brancas, pude ver que sua mão estava ferida quando ele pegou a criança no colo e a levou em direção a luz.
Caramba! Caramba! Caramba! Era só no que eu conseguia pensar. VAI COMEÇAR TUDO DE NOVO.
Fui tomar banho, já estava atrasado para o serviço. Me arrumei rapidamente, peguei as chaves do carro e fui para o hospital, lembrando-me de conversar com o Marcos (um psiquiatra amigo meu) assim que pudesse.
Deixe-me falar um pouco sobre meu trabalho, como disse, estou me formando em medicina e faço residência em um hospital público proximo da minha casa. Como você já deve ter imaginado trabalho na emergência do hospital, é muito corrido mas é uma verdadeira escola.
Cheguei ao hospital, por sorte naquele momento não tinha quase movimento (o que é bem incomum) mas me permitiu ir logo falar com o Marcos. Após os comprimentos já soltei logo:
- Marcos, ‘tô com um problema. Essas noite me aconteceu algo bem esquisito. Contei toda a história a ele e perguntei:
- Será que estou ficando louco? Em meio a um sorriso ele respondeu:
- Não meu amigo. Acho difícil, você deve apenas estar estressado com o trabalho. A quanto tempo você não tira férias?
- Acho que a uns dois anos, pelo menos.
- Então, é apenas cansaço. Tire umas férias e você verá que tudo está em ordem.
Mais aliviado, fui continuar meu serviço. Assim que desci fui chamado por uma enfermeira:
- Dr. Jairo, uma criança caiu do balanço e bateu a cabeça, chegou aqui desmaiada ela está na sala 2.
Fui ver a criança e quando cheguei a movimentação em torno dela era grande, não vou entrar em detalhes médicos, sei que é triste mas a criança não sobreviveu. Mas o surpreendente venho em seguida:
Vi os outros médicos cobrindo o corpo da criança e nesse momento uma luz forte começou a brilhar. Eu vi, literalmente, algo, a criança, a ALMA DA CRIANÇA (ou a única coisa que posso imaginar ser) se levantando e ficando em pé próxima à luz.
Ouvi sons de trombetas e vi muitos anjos, inclusive o que eu vi à noite, alguém saiu da luz, suas roupas eram brancas, muito brancas, pude ver que sua mão estava ferida quando ele pegou a criança no colo e a levou em direção a luz.
Caramba! Caramba! Caramba! Era só no que eu conseguia pensar. VAI COMEÇAR TUDO DE NOVO.
Outras partes desse conto podem ser encontradas em Contos.
